Os agentes de pegajosidade são essencialmente resinas.
Estas podem ser classificadas pela sua origem:
Resinas de origem vegetal, como o breu, colofónia, colofónia modificada, obtidas de secreções de árvores da família das Pinaceae e as resinas politerpénicas, obtidas a partir de α-pineno e β-pineno, produtos obtidos na destilação da turpentina (esta também obtida na destilação de resinas extraídas de árvores da família das Pinaceae), ou de d-limoneno, substância obtida na destilação de óleos extraídos de citrinos.
Resinas de origem mineral, obtidas:
A partir do petróleo e seus derivados, como as resinas alifáticas C5, resinas alifáticas C5 hidrogenadas, resinas aromáticas C9 e resinas aromáticas C9 hidrogenadas, resinas de monómeros C9 e resinas fenólicas.
A partir de substâncias obtidas na destilação da hulha, como a cumarona (1-benzofurano) e o indeno (benzo ciclopentadieno) (resinas de cumarona-indeno).
Por síntese, a partir de derivados do petróleo (hidroxibenzeno ou fenol) e de outras substâncias de origem orgânica (aldeídos), como as resinas fenólicas, as quais são obtidas pela reacção do fenol com o formaldeído.